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Janaina Leite

Atriz, diretora, dramaturga e pós-doutoranda pela Escola de Comunicações e Artes da USP. É uma das fundadoras do Grupo XIX de Teatro de São Paulo, com quem criou diversos espetáculos premiados que percorreram todo o país e exterior. Paralelamente à carreira com o XIX, concebeu as peças Festa de Separação: um documentário cênico, Conversas com meu Pai, Stabat Mater (vencedor do prêmio Shell de dramaturgia em 2020) e publicou o livro Autoescrituras performativas: do diário à cena de Editora Perspectiva, consolidando sua pesquisa sobre autobiografia e documentário no teatro. Publicou também a dramaturgia das peças Conversas com meu Pai (texto de Alexandre Dal Farra) e Stabat Mater pela editora Javali. 

Continuando sua pesquisa em teatro e ponografia, iniciada com Stabat Mater, criou Camming 101 noites (espetáculo virtual criado através do PROAC LAB) e História do Olho - conto de fadas pornô-noir, que conquistou o 13º Prêmio Zé Renato de Teatro e coproduzido pela MITsp. Em 2024, estreou Deeper com apoio do edital “Arte no Metaverso” do Itaú Cultural. A obra já havia sido apresentada, no formato work-in-progress, no Festival de Edimburgo, na Escócia, no Festival Santiago a Mil, no Chile e no Festival Mix Brasil, em São Paulo. Ainda em 2024, estreou o espetáculo As provações e paixões de mulheres infames na Brixton House, em Londres, com coprodução de Lift Festival e Clean Break Companhia. 

 

Também orienta grupos de estudos, cursos, palestras e curadorias por todo o Brasil, bem como os “Laboratórios Autorais” que desenvolve desde 2012, já tendo orientado dezenas de processos artísticos. Foi pesquisadora em foco na MITsp 2020, com diversas ações voltadas para sua pesquisa.

 A HISTÓRIA DO OLHO

uma adaptação solta de Janaina Leite 

baseado na obra homônima de Georges Bataille

Numa adaptação livre do famoso romance “História do Olho”, de Georges Bataille, Janaina Leite continua sua pesquisa sobre teatro e pornografia. Com 12 performers em palco, entre amadores, profissionais e profissionais do sexo, o espetáculo, um híbrido entre ficção e não ficção, adota a própria estrutura de “História do Olho”, dividida em “fábula” e “reminiscências” para contar o história de três adolescentes em suas descobertas sexuais. Entre a teatralidade ostentosa e a pornografia explícita, o espetáculo recria esta fábula noir entre o vulgar e o sublime, o mundano e o cósmico, o ordinário e o abissal.

Deeper

“Deeper” é uma experiência imersiva que combina arte e realidade 3D para explorar e questionar o corpo e a consciência em situações extremas. Os territórios da loucura, do sexo, da psicodelia e da proximidade da morte mostram uma extensa plasticidade do que hoje entendemos como consciência humana, o que também acontece na investigação de tecnologias que utilizam a realidade virtual. O projeto lança hipóteses sobre uma nova linguagem, que tem potencialidades inexploradas na dissociação entre o corpo físico e o corpo virtual, o espaço real e o espaço digital. A experiência acontece principalmente através de óculos 3D e conta com instalação da artista visual Leandra Espírito Santo.

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