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Coletiva Ocupação 

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Criado em 2017 por performers e artistas que se conheceram durante o levante do movimento secundarista e as ocupações de escolas públicas em São Paulo, entre 2015 e 2016. Do encontro entre rebelião e teatro, entre formação e criação, nasce a coletivA ocupação, como um território de investigação de diferentes linguagens e narrativas a partir de levantes e combates urgentes de nosso tempo: corpos em revolta, que agora ocupam novos espaços e narrativas.

O grupo tem construído um percurso de apresentações e oficinas para jovens em principais festivais e teatros do Brasil e da Europa, como o Festival de Curitiba, FIT (Festival Internacional de Rio Preto), Cena Brasil Internacional, Festival de Londrina. Em junho de 2019 a coletivA ocupação teve seu projeto “Quando Quebra Queima nas Escolas: Pausa para Existir” contemplado pelo prêmio Zé Renato de fomento ao teatro da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, para a circulação do espetáculo em mais de 10 escolas públicas, fábricas de cultura e centros culturais. Na Europa, apresentou no Festival Transform em Leeds, Festival MEXE na cidade do Porto, Festival Panorama em Paris no Centre National de La Dance. Foi convidado para uma residência e temporada de duas semanas no Battersea Arts Centre, em Londres, e no Contact Theater em Manchester.

Quando Quebra Queima 

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QUANDO QUEBRA QUEIMA é um espetáculo ato, festa, levante que acontece próximo ao público transformando e tensionando o espaço da cena a todo momento, como uma manifestação que desloca o real para a cena. A peça, que está na fronteira entre performance e teatro, é uma “dança-luta”, um coro coletivo construído a partir da experiência de luta e afeto de cada performer e sua relação com os espaços em que vivem, 15 corpos insurgentes deslocam para a cena a experiência que tiveram dentro das escolas ocupadas durante meses, criando uma narrativa coletiva e comum a partir da perspectiva de quem viveu o dia a dia deste movimento por dentro e por fora, revivendo o caminho de dentro da sala de aula até as manifestações e ocupações. Usando como ferramenta de luta a arte, no desejo de criar outras perspectivas sobre histórias que são marginalizadas cotidianamente, a ancestralidade é encontrada através da música, canto, teatro, dança, e artes

visuais, gerando uma coletividade que é mais forte vinda de baixo para cima.

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Ficha Técnica: 

Criação e performance: Abraão Santos, Alicia Esteves, Alvim Silva, André Dias Oliveira, Ariane Fachinetto, Beatriz Camelo, Gabriela Fernandes, Heitor de Andrade, Ícaro Pio, Letícia Karen, Lilith Cristina, Marcela Jesus, Matheus Maciel, Mel Oliveira, Pedro Veríssimo.

Direção: Martha Kiss Perrone.

Som/performance/live: André Dias Oliveira, Heitor de Andrade

Produção: Otávio Bontempo

Difusão: Corpo a Fora

Previsão de Estreia: Abril de 2022

Erupção (em processo)

“Aquele foi o começo do fim daquela realidade e o início de um novo futuro."
(trecho da dramaturgia de ERUPÇÃO)

Corpos em erupção, corpos criaturas, seres que sustentam o Mundo para não acabar. A coletivA ocupação provoca neste novo espetáculo uma nova urgência; a transfiguração de nossos corpos em seres de diferentes tempos e cosmologias. Em um momento de catástrofes de mundos, os performers criam e produzem uma erupção de corpos e formas de presença. Em uma cena trans-tecnológica, de festa e guerra, feitiçaria e subversão, através de uma dramaturgia coletiva, da dança, música e artes visuais. ERUPÇÃO é uma ficção científica que transita entre passados presentes e futuros, propondo um trânsito diaspórico de cada corpo-memória dos performers para atravessar o tempo promovendo uma peça que convoca forças, lutas e produção de vidas ligadas às ancestralidades que constituem o corpo coletivA. Corpos dissidentes criam mundos todos os dias. Quais possibilidades podem nascer neste momento? Quais espaços a erupção pode ocorrer na realidade presente?

Ficha técnica

Direção: Martha Kiss Perrone

Preparador corporal: Ricardo Januário

Colaborador de criação: Jaya Batista

Corpo-câmera: Georgia Niara e Yzabella Oliveira

Performance e criação: Abraão Kimberley, Akinn, Alicia Esteves, Alvim Silva, Ariane Aparecida, Beatriz Camelo, Gabriêle Fernandes, Ícaro Pio, Lara Júlia, Letícia Karen, Lilith Cristina, Marcela Jesus, Mel Oliveira, Matheus Maciel, PH Veríssimo e Shao

Dramaturgia: coletivA ocupação

Assistência de direção: Lara Júlia

Produção: coletivA ocupação, Otávio Bontempo e Paula Serra

Coprodução: Corpo Rastreado

Produção internacional: Lowri Evans

Parcerias e apoios: Comissionamento de Battersea Arts Centre (Londres) e Nosso Coletivo (Rio de Janeiro)

Difusão: Corpo a Fora

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