
Alexandre Américo
Preto, caiçara, neuro divergente e LGBT+, Alexandre Américo é artista e pesquisador da dança. Doutorando em Educação (PPGED-UFRN) e numa perspectiva racializada e acessível, atua na área da investigação em Arte Contemporânea com enfoque na “diferença” a partir de pesquisas performativas contra-coloniais. Entre 2018 e 2023, foi Direção Artística da Cia Giradança, Natal-RN. Implica-se nos estudos da psicanálise e da teoria aleijada junto a TORTA plataforma de arte expandida (RN).
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Papangú
A carne quica e o corpo inteiro delira, escorre. Na ausência de escape o líquido perfura e se acomoda nos buracos e frestas do chão. PAPANGÚ, o corpo-bomba, é composto de fragmentos guiados pelo desejo de mudança: eu quero, eu quero! E num gesto mágico, o homem faminto mastiga com o cú, com os olhos, com o suor, com as bocas a anatomia da cor que se agarra ao solo.
FICHA TÉCNICA
Conceito: ALEXANDRE AMÉRICO e PEDRO VITOR
Coreografia e performance: ALEXANDRE AMÉRICO
Direção artística: PEDRO VITOR
Direção coreográfica: LAURA SAMY
Assistência: SANTELMO DIAS
Interlocução cênica: ANA CLÁDIAVIANA,CÍCERO MENDES, IARA ISIDORO
Pintura corporal: CAROLINE SANTOS
Adereçagem: MATEUS BARROS
Design e cenografia: MARIA ANTÔNIA
Iluminação: CLÉO MORAIS
Trilha sonora: TINOC
Fotografias: MARIA ANTÔNIA, IAN RASSARI
Produção: CELSO FILHO (LISTO PRODUÇÕES)
Colaboração: ITACIARA COSTA

